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Afinal "Alice no País das Maravilhas" é um conto real?

 
To mundo aqui já viu maravilhoso clássico de Disney, cheio de musicais, cores e alegrias. Também vimos o filme, que também é da Disney, dirigido por Tim Burton que foi uma representação maravilhosa do Clássico Livro de Lewis C. O fato é que não sabemos muito qual a origem dessa história tão "inocente", da onde veio a inspiração e como esse mundo parece tão real.
 
 É nessa hora que eu acabo com a infância de vocês, se tem menos de 13 anos ou adora o clássico da Disney... Não termine de ler essa matéria!!!!!!

A história de Alice é, na realidade, triste. Lembrem-se que os grandes contos de fadas são de outra época, a realidade era diferente e os valores extremamente conservadores. Então, ter uma filha esquizofrênica era considerado uma aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram deixa-la em um sanatório, e ela permanecia, na maior parte do tempo, dopada. Quando não estava sob efeito de remédios, era violentada pelos funcionários. A menina tinha apenas 11 anos.


Cada um dos personagens e objetos da história, tem a ver com um desejo ou experiência de Alice.

O buraco pelo qual ela entra no País das Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu quarto, onde ficou presa durante toda a vida, pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo à sua volta.

O coelho branco, para ela, representava o tempo. Aquele tempo que ela desejava que passasse logo, para que um dia ela pudesse sair daquele lugar. O tempo que ela via passar tão rápido, porém tão lento...

O Chapeleiro Maluco, era outro interno, seu melhor amigo. Alguém que deixava sua vida no hospital menos amargurada, com quem criava várias teorias de como seria a vida lá fora. O rapaz, em realidade, sofria de Síndrome Bipolar, por isso a personalidade do Chapeleiro na história, o mostrava ora alegre, ora depressivo, ora calmo, ora irritado.

A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a menina que dividia o quarto com ele. Ela sofria de depressão profunda, e todas as vezes que Alice teve contato com ela, encontrou-a num estado de terror e paranoia.



O gato de Cheshire: um dos enfermeiros, em quem Alice confiou, mas acabou por enganá-la e violenta-la. O sorriso do gato, aquele que é tão marcado, era na verdade o sorriso obscuro que seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e a deixava jogada em um canto de sua acomodação, derrotada, triste e ofuscada.

A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma mulher má e desprezível, que não sentia sequer um pingo de compaixão para com os enfermos que estavam sob seus cuidados. Era a favor da terapia de choque e da lobotomia, e por diversas vezes ordenava que os funcionários espancassem, sedassem e prendessem em jaulas os enfermos que apresentavam comportamento que não lhe agradavam.

A Rainha Branca: sua mãe, uma mulher nobre e terna, que sofreu na pele o preconceito de ter uma filha doente, tendo que abandonar a menina em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la. As vagas lembranças que Alice possuía, era de momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar que o mundo fora dos muros do hospital era um lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em algum lugar, para lhe cuidar.



Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas seguindo ordens o dia inteiro.

A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe dava as respostas, que lhe explicava o que acontecia e com quem ela conversava.

Tweedledum e Tweedledee: gêmeos siameses órfãos, que também estavam no hospital. Embora não possuíssem nenhum problema mental que justificasse sua internação, a aparência que tinham era assustadora, por isso foram reclusos.

O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital. Alguém com complexo de inferioridade, que era incapaz de se opor às ordens da diretora.

Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas que lhe davam. Por serem extremamente fortes, por várias vezes Alice tinha sensações diferentes e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou aumentado de tamanho.



Tudo isso foi criado pela menina como se fosse um mundo paralelo. Uma realidade menos dolorosa daquela em que vivia. Ela já não podia suportar aquele local e tudo o que acontecia com ela ali dentro, então resolveu usar de sua imaginação infantil para amenizar a dor e o sofrimento. A irmã mais velha de Alice, é na verdade uma enfermeira do hospital, a quem a pequena era muito apegada. A enfermeira tinha um diário e nele anotava todas as histórias que Alice criava em sua mente. Todos os dias a enfermeira ia até o quarto da menina e ouvia seus desabafos e as aventuras que criava em sua mente. Sem deixar de anotar uma palavra sequer.

Infelizmente, Alice  executa uma tentativa de fuga. Ela não obtém sucesso, e acaba detida pelos funcionários. A diretora furiosa, manda que espanquem a garota e apliquem a terapia de eletrochoque, para que nunca mais volte a se repetir. Após o castigo, Alice torna-se agressiva e violenta, ao ponto da diretora decidir que a única saída para ela, seria a lobotomia.

Alice viveu por muito tempo em um estado de “coma”. Ela nunca mais viveu, sorriu, tampouco falou. Devido a isso, teve seu corpo devastadoramente abusado, tanto, que acabou por ter hemorragia interna devido à violência empregada em um ato de estupro, e veio a falecer.


A enfermeira que escrevia suas histórias em um diário acabou por se afastar do sanatório, e Alice foi imortalizada como a menina sonhadora que viveu aventuras incríveis no País das Maravilhas.

Após ler isso podemos lembras dos jogos Alice Madness e Alice: Madness Returnes que tem mitas referencias a essa parte da história como a violência a forma como "Wonderland" era distorcido, até o medico que abusava dela foi introduzido. Outro filme que trata muito de Alice é Sucker Punch com altas referencias e tal mais deixa isso para outro Post.

Bem depois dessa esculhambação da infância alheia eu vou terminar esse post por aqui.

Por que as Vilãs da Disney parecem muito com pessoas normais?


"Afinal, a Disney distorce ou não a realidade?

Todo mundo já viu alguma animação da Disney pelo menos uma vez na vida, independente se for um longa ou curta metragem. No entanto, o que muitos não percebem são as "preferências" que os criadores deixam estampadas em cada animação.

Quando falamos de princesas de contos de fada, logo pensamos em uma bela mulher branca com longos cabelos lisos e impecáveis, que mora em um belo castelo e é rodeada de servos que realizam todos os seus caprichos. E quando pensamos em um vilão, imaginamos aquela criatura disforme, feia, com verrugas, espinhas e dentes tortos, ou então uma pessoa invejosa pela beleza estonteante da princesa.

Mas, espere um pouco. Deformidades em geral (desde deficiências físicas à perda de membros), acne, verrugas e excesso de peso não são características comuns em nossa sociedade?

A verdade é que desde pequenos, nos é ensinado que ser magro e belo é o que deveria ser caracterizado como correto, enquanto todo o resto, como os próprios contos dizem, são uma mancha do mal e que sempre continuarão miseráveis por não seguirem o tal padrão.

Eis que eu pergunto: Na vida real, quantas pessoas você conhece que seguem os padrões de "princesa Disney"? Basta olhar para o lado que podemos perceber que o que é retratado como o mal nos desenhos, na verdade é extremamente comum no mundo inteiro.

Esse tipo de animação ensina às crianças que elas precisam seguir estritamente o padrão de beleza de princesa que eles retratam ali, e tudo o que foge àquilo é sinônimo de fracasso. Com isso, vemos por aí vários homens e mulheres morrendo de anorexia e bulimia por tentarem atingir o dito "corpo perfeito", outros sofrendo de depressão, cometendo suicídio...

Será que as animações infantis realmente deveriam se focar em beleza? Claro que não, a infância é uma fase extremamente delicada, é quando um indivíduo está começando a entender o que é a vida de fato e aprendendo a vivê-la.

Onde a sociedade irá parar se nossas crianças continuarem a crescer com esse tipo de regra absoluta que é tão comumente divulgada e aceitada pelos outros?"

O texto é de uma amiga minha Yuma Ashihara espero que tenham gostado.

Homofóbico... Ta todo mundo cagando para sua opinião!

Oi gente o blog tava parado e eu nem sei se vou seguir com ele mesmo, mas eu tenho que falar de uns assuntos que vem me perturbado.


O primeiro de todos é com certeza a homofobia, que você ta vendo chegar a níveis absurdos de intolerância que não tem, assim nenhum fundamento. Meus amigos vem tendo medo de sofrer com isso e eu fiz esse texto para conscientizar um pouco e tentar evitar de alguma maneira o sofrimento deles.

A maioria das pessoas que pratica a homofobia tem inúmeros argumentos, mas vou falar de dois que eu domino mais, apesar de não serem os únicos. São muitos argumentos homofóbicos! E no final em uma frase eu vou dar a minha solução.

Vamos começar com, "como vou explicar isso para o meu filho?"

Em relação a isso você tem duas opções sem danos futuros graves. A primeira, e mais correta, chegar para seu filho e falar que existe todas as formas de amor e que na idade certa e no tempo certo ele vai descobrir quem vai amar independente do sexo, raça e estilo daquela pessoa, pode ser que por ele ser muito jovem não entenda, mas quando for mais velho vai evitar sofrimento de muita gente.

A segunda opção e falar que, ele não tem idade para entender aquilo que está se passando, provavelmente você já fez isso com assuntos ligados a sexo, e quando for mais velho ele vai ter o discernimento certo para entender aquela situação.

Homossexualidade é pecado!

Essa é clássica! Deus disse "amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado", para mim eu não preciso de mais nada, Não preciso de ninguém interpretando a bíblia para eu ter ideias que não pertencem a mim, pessoas que moldam ela a sua vontade para ter agressividade de uma grande massa de manopla que vai pensar que nem ele. Deus não quer Guerra, Deus não quer seu povo sofrendo, independente de como ele seja.

Não sei o certo onde fala no velho ou no novo testamente que "afeminados merecem o inferno", mas se seguirmos essas regras da Bíblia a finco...

1- Homens não poderiam fazer a barba, tem essa modinha por ai de barba, mas saibam que tem tantas bactérias quanto o vaso sanitário e uma barba quilométrica não é legal.

2- Você não poderiam não estar nem no mesmo quarto que as suas mulheres no período menstrual dela, hoje em dia muitas transam com as mulheres menstruadas. Sinto muito!

3- Não poderíamos usar a mistura entre algodão e poliéster.

4- E caso as suas filhas perdessem a virgindade antes do casamento, o que é normal hoje em dia, você teria que ver uma multidão apedreja-la.

5- Mulheres nada de cortar o cabelo!

Então nada de argumentos religiosos, tá? A bíblia lembra a historia cristã de mais de dois mil anos atrás, os tempos mudas e as pessoas também.

O meu argumento de uma frase que eu acredito que resolveria os problemas com homofobia.

O mundo seria muito melhor, se cada um cuidasse da própria vida.

Não preciso falar mais nada, se as pessoas fizessem isso acabou os problemas de agressão a gays. Imagina se os homofóbicos só ficassem odiando os gays no canto deles sem irem a publico para tentar enfiar suas ideias medíocres e totalmente idiotas goela abaixo de todos. O mundo seria um lugar mais feliz, para todos.

Não só para os gays. Imagina você poder sair na rua ou ligar a televisão sem ter alguém reclamando do que o outro está fazendo da vida dele. Desde que ele não machuque ninguém ta ótimo. Deixa a pessoa dar, deixa a pessoa comer, deixa lesbicar se não é você que ta lesbicando o "problema" é qualquer coisa, menos seu problema.

Isso não vale apenas para homofóbicos, vale entre gays também. Vale de héteros para gays, de gays para gays e de héteros para héteros. É uma ótima filosofia <3

Agora vamos supor uma situação...

Um grupinho homofóbico avista um casal gays e beijando.

A reação seguiria a seguinte ordem...

Olhariam feio, reclamariam entre si, sairiam do lugar, e pronto, acabou! 

Não fez nada, sabe o por quê? Porque essas pessoas, teoricamente, entendem que cada macaco fica no seu galho. Ou seja eles não enxeriam o saco de ninguém, já que eles teriam o discernimento, que a vida daquelas duas pessoas ali não é da conta deles. 

E teriam consciência de que nada que eles façam vai fazer aquele casal mudar sua orientação sexual, afinal eles entendem que por mais que odeiem gays, isso não faz diferença nenhuma na vida daqueles gays ou que qualquer outro gay. Simples!

Eles tão cagando pro que você acha, sabe quando você ignora sua mãe para você fazer o que ela manda? Então só que pior por quê você não é absolutamente nada na vida dessas pessoas, aceite isso que dói menos no seu orgulho. Se num  gosta ignora, simples. Deixa eles la quietos, assim como eles deixam vocês quietos. Vamos crescer e amadurecer E PARAR de cuidar da vida do nosso amiguinho, ta bem?

Pode ser que eu esteja errada com a maneira de acabar com a homofobia, mas é o que eu faço. Eu amo meus amigos gays, do fundo do meu coração. Se você é homofóbico eu espero que você mude de opinião, ou que ao menos não faça mal a ninguém.

Se você é gay eu espero que você seja educado e compreenda que a sociedade ainda ta evoluindo para se adaptar com a sua opção de vida, tenha paciência, e que não perca a força para lutar pelas injustiças que vocês sofrem.

E siga o flow com Tim Maia "Consideramos justos toda forma de amor".

E para quem acha que não tinha Gays antigamente vou deixar um ultimo recado. Fotos de Gays datadas do inicio do século XX (vinte).


Essa de duas mulheres juntas vestidas de noivos foi impagável!!

Obrigada quem leu até aqui.

PS... Acima de tudo se você se sente mal por ser gays, por sua família não te aceitar, fale pros seus amigos. Os jovens tem a cabeça mais aberta vão fazer você se sentir melhor, e talvez até te ajudem a falar com seus pais.

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